Encontrar ouro no Brasil sempre foi um sonho dos Portugueses desde o descobrimento do Brasil, mas isso só foi possível no final do século ,quando os bandeirantes paulistas encontraram ,pela primeira vez, ouro no Brasil.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
Igrejas do mato grosso
A primeira capela de Cuiabá foi
construída em Forquilha, no segundo arraial dos primeiros bandeirantes, na
margem direita do Rio Coxipó-Mirim, dedicada à Nossa Senhora da Penha de
França, onde foi celebrada, em 1721, pelo padre Jerônimo Botelho, a primeira
missa em Mato Grosso. A pequena Igreja de Nossa Senhora da Penha de França
ainda existe
Igreja Nossa Senhora do Rosário e São
Benedito, construída em 1722 em estilo barroco. O altar mor é em talha dourada.
É a mais antiga igreja de Cuiabá que guarda suas características originais. Foi
tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Esta localizada na
região central de Cuiabá.
Igreja de Nossa Senhora do
Rosário e São Benedito; segundo o Padre José de Moura e Silva, que acompanhou
os trabalhos de restauração entre os anos de 2003 e 2006 e é historiador por
hobby, baseado em relatos históricos e nos achados durante a restauração a
construção deve ser de antes de 1 de janeiro de 1927 e foram feitas três
ampliações.
Igreja de Santana do Sacramento,
foi construída em 1779, foi reconstruída 2 vezes, com um rococó primitivo
encantador. Esta localizada no centro da cidade Chapada dos Guimarães.
Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho, esta
localizada no Morro do Seminário, centro de Cuiabá, teve sua construção
iniciada em 1918, pelas mãos do Frei Ambrósio Daylé, que deu ao projeto o
estilo arquitetônico da Notre Dame de Paris. Ao lado da Igreja, está o Museu de
Arte Sacra, antigo Seminário da Conceição. Expõe peças da antiga catedral de
Cuiabá e alguns pertences de Dom Aquino Corrêa, célebre religioso que pertenceu
à Academia Brasileira de Letras. A igreja foi reformada recentemente.
Igreja Matriz Senhor Bom Jesus de
Cuiabá, fundada em 1723, reconstruída em 1739 e 1745 quando ganhou uma torre,
tornou-se Catedral em 1826, em 1868 é feita outra reforma, ganha uma nova torre
em 1929 esta reforma altera completamente a fachada da Catedral, foi implodida
em 1968 e reconstruída; a atual Catedral foi inaugurada em 1973, esta
localizada no centro de Cuiabá.
bibliografia: http://mochileiro.tur.br/igrejasmt.htm
domingo, 29 de abril de 2012
Igrejas de Ouro Preto
Igrejas Históricas de Minas
As igrejas históricas de Minas
são obra de arte. Pertencem à cultura, independentemente da fé. Nelas lemos a
história de toda uma geração que deixou escrita em pedra sua vida de piedade.
Na historiografia moderna, estuda-se com gosto e interesse o cotidiano das
pessoas. Nada melhor para entendê-lo que nos debruçar sobre as marcas que
deixaram no papel e nas pedras. Assim através dos monumentos, das construções,
dos anais, que elas deixaram, mergulhamos no dia-a-dia das pessoas daquele
tempo.
As igrejas históricas de Minas
revelam por sua arquitetura, pinturas, estatuária a vida religiosa de uma
geração. Nelas rezaram tantas gerações de fiéis com imensa devoção. Os
edifícios, as estátuas, as pinturas, as alfaias precisaram de tempo para ser
feitas. Cada elemento da antigüidade carrega pequena história.
As crianças, que nasceram e vivem
nessas cidades de tanto olhar o conjunto piedoso e harmonioso das igrejas,
constroem o imaginário religioso de suas vidas. As figuras, cores, linhas
dessas majestosas igrejas impressionam. Ter visto desde criança imagens
esbanjando sofrimento ou simplesmente conhecer uma iconografia piedosa e
dulcíflua não é a mesma coisa. As crianças arregalam os olhos, ao contemplarem
o Senhor dos Passos com coroa de espinhos e cruz ou a Virgem dolorosa
transfixada por espadas. Elas bebem desde pequenas a religiosidade,
contemplando todo esse conjunto religioso. As Igrejas históricas são uma aula
viva de piedade.
Além de ser pejadas de história,
elas primam pela qualidade artística. Cresce assim o alcance educativo. Toda
obra de arte cinzela os gostos das pessoas. Desbasta-lhes a rudeza e prepara-as
para apreciar outras obras de arte. É o melhor remédio para a atual cultura da
imagem televisiva de mau gosto. A vulgaridade visual triunfa por todas as
partes e as crianças deformam-se com contínuas aulas de incultura. As igrejas
históricas e artísticas, pelo contrário, desenvolvem -lhes o lado estético. O
ser humano, enquanto criado pela beleza infinita de Deus, é dotado de uma
tendência para a beleza que pode ser desenvolvida ou atrofiada ou mesmo
deformada.
Velar com todo cuidado pelas
obras de arte que possuímos é enorme contribuição para a cultura de nosso povo.
Elas fazem parte de precioso patrimônio cultural. Os atos de vandalismo
praticados contra elas nos empobrecem e nos degradam. Há perdas irreparáveis
que nos custam caro.
As famílias e as escolas têm
obrigação de educar as crianças para aprenderem a apreciar essas obras de arte
e assim as conservar com capricho. Desde cedo, cabe fazer preleções de arte nas
escolas para as crianças. Se não constam em muitos currículos, deveriam ser
introduzidas pelo seu valor humanizante e cultural.
Mesmo sem ter a abundância de
obras de artes comparáveis com os países mais antigos ou mais ricos que
conseguiram à base de história ou de compra construir acervo invejável, Minas é
uma das regiões do Brasil que conservou obras barrocas de alto valor. Esse
conjunto não só alimenta a piedade popular como também atrai visitantes de
muitas outras cidades do país e do estrangeiro. A cultura artística é
universal. Basta ter sentido estético para apreciá-la.
Toca a nós, mineiros, em primeiro
lugar, zelar pela conservação de nossa cultura artística. Não somos donos das
obras de arte. Pertencem à humanidade. Somos seus guardiães. As gerações
vindouras nos julgarão pelo cuidado que tivermos de conservá-las ou pela
negligência de perdê-las. É um direito de todos que a beleza das igrejas
históricas se perpetue para que outras gerações a contemplem.
Arquitetura colonial brasileira
No Brasil, a Arquitetura colonial
é definida como a arquitetura realizada no atual território brasileiro desde
1500, ano do descobrimento pelos portugueses, até a independência, em 1822.
Durante o período colonial, os
colonizadores importaram as correntes estilísticas da Europa à colônia,
adaptando-as às condições materiais e sócio-econômicas locais. Encontram-se no
Brasil edifícios coloniais com traços arquitetônicos renascentistas, maneiristas,
barrocos, rococós e neoclássicos, porém a transição entre os estilos se
realizou de maneira progressiva ao longo dos séculos e a classificação dos
períodos e estilos artistísticos do Brasil colonial é motivo de debate entre os
especialistas.
A importância do legado
arquitetônico e artístico colonial no Brasil é atestada pelos conjuntos e
monumentos desta origem que foram declarados Patrimônio Mundial pela UNESCO.
Estes são os centros históricos de Salvador, Ouro Preto, Olinda, Diamantina,
São Luís do Maranhão, Goiás Velho, o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos em
Congonhas do Campo e as ruínas das Missões Jesuíticas Guarani em São Miguel das
Missões.
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